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(Cintur?o e Rota) Especial: Como o Cintur?o e Rota está mudando vidas em todo o mundo

2018-02-25 14:06:25丨portuguese.xinhuanet.com
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Rio de Janeiro, 5 mai (Xinhua) -- Um velho pastor de cabras no Quênia, um destituído no Camboja, ou um homem em Aleppo dilacerado pela guerra. Superficialmente os três parecem ter pouco em comum, mas suas vidas se tornaram entrela?adas ao longo do Cintur?o e Rota de uma forma que nunca poderiam ter imaginado.

A China prop?s a Iniciativa do Cintur?o e Rota em 2013 com o objetivo de construir redes de infraestrutura e comércio para tirar vilas, cidades e países da pobreza, e trazer mais prosperidade para territórios mais ricos ao longo de seu caminho.

O Cintur?o Econ?mico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século 21 dever?o conectar países e povos na ásia, áfrica e Europa ao longo de antigas rotas comerciais.

UMA ESTRADA DE FERRO TRANSFORMADORA

A estrada de ferro de Mombasa-Nairóbi está sendo construída um século após a última ser feita no Quênia.

A ferrovia impulsionará o desenvolvimento econ?mico, mas para Divadla, de 60 anos, aquela estrada de ferro n?o era algo bom, pois o impedia de levar suas cabras para os pastos espalhados no Parque Nacional do Monte Quênia. O rebanho era a única maneira do pastor se sustentar após a agricultura de trigo se tornar demasiado árdua. Ele foi impedido de fazer seu trabalho várias vezes por trabalhadores chineses, que n?o o permitiam atravessar os trilhos. Isso o preocupava e irritava ainda mais. Finalmente ele foi avisado de que as cercas eram para proteger os animais selvagens.

A mudan?a veio quando um dos trabalhadores chineses perguntou se ele tinha interesse em trabalhar na manuten??o das cercas. Divadla aceitou sem hesitar e vendeu metade de seu rebanho. O pequeno pasto perto de sua casa é bom o suficiente para as cabras restantes. E a renda adquirida com os dois trabalhos é agora mais do que suficiente.

UM CAMINHO ATRAVéS DA GUERRA

Ameer Anis, de 32 anos, é um sobrevivente da guerra. Ele se lembra da sorte que teve quando o caminh?o que dirigia, já perfurado por balas, foi atingido por estilha?os após a explos?o de uma mina na estrada de Aleppo até a cidade portuária de Latakia, no noroeste da Síria. A estrada era realmente dura, mas n?o mais do que a vida de Anis e de outras famílias sírias que viviam em meio a uma guerra. Anis escapou por pouco da morte e o caminh?o permaneceu em boas condi??es junto com sua carga, quase uma tonelada de sabonetes sólidos que ele ajudou a produzir.

Esses sabonetes de azeitona de Aleppo, artesanato sírio tradicional, foram destinados para Tianjin, cerca de 7 mil quil?metros (km) de distancia. Li Jianwei, um empresário chinês baseado na cidade portuária a cerca de 120 km a sudeste de Beijing, capital chinesa, fez este pedido e muitos outros antes.

Li descobriu o sab?o de Aleppo durante uma viagem no ano 2000 à Síria. Após comprar sabonetes falsos em 2015, Li decidiu importar um produto autêntico e vender online.

A rota da antiga estrada de seda marítima se estende do rio Haihe de Tianjin até o Mar de Bohai, o Mar do Leste da China, o Mar do Sul da China, pelo Estreito de Malacca, além do Oceano índico, do Mar Vermelho e de Latakia pelo Mediterraneo.

As encomendas de sab?o da China impediram os irm?os Anis de fugir de casa. Eles n?o imaginavam que a China seria o maior parceiro comercial da Síria.

A VOLTA NA VIDA DE UMA MULHER DO CAMBOJA

A vida deu uma reviravolta drástica quando uma doen?a séria acometeu Chamraeun Sreytouch, e a for?ou ficar fora da escola secundária por cinco anos. Também privou sua família de ter uma boa situa??o econ?mica.

No entanto, a vida mudou quando ela seguiu o conselho de seu pai para estudar em uma escola elementar de língua chinesa, na área de sua cidade natal na Província de Kandal. Ela n?o estava totalmente recuperada, mas sentia-se fortemente obrigada a ganhar dinheiro para sustentar a família. "Muitos chineses vieram para abrir fábricas, e fazer trabalho de tradu??o para eles seria um trabalho decente", afirmou o pai de Chamraeun.

Aprender chinês foi divertido e trouxe esperan?a para a jovem senhora do Camboja. Ela foi conduzida a um estudo mais aprimorado na conhecida escola chinesa Duan Hua (Toun Fa), baseada na capital Phnom Penh, e mais tarde na Universidade Real de Phnom Penh.

Devido à sua excelência acadêmica, ela teve a chance de completar seus dois últimos anos de faculdade na Universidade de Dali, na Província de Yunnan no sudoeste da China. Chamraeun ent?o teve uma ideia: a de ajudar mais cambojanos a aprender chinês para melhorar suas chances de ter uma vida melhor. Após a gradua??o, ela abriu o Pei De, escola de língua chinesa em sua cidade natal. Com o desejo de continuar se aperfei?oando, a diretora agora estuda no Instituto Confúcio em Phnom Penh com o objetivo de ir para a China concluir a pós-gradua??o.

"Eu poderia ter terminado trabalhando em um restaurante de fábrica", comentou ela. Ao invés disso, está entre os mais de 5 milh?es de alunos matriculados em mais de 1 mil salas de aula do Instituto Confúcio, em 140 países ao redor do mundo.

KUVATOV TROCOU A CANETA PELA ESPADA

Para Timur Katayamovich Kuvatov, praticar duas horas de Kung Fu chinês tem sido uma rotina diária. Além de proporcionar alívio do estresse de seu trabalho como presidente e editor-chefe da agência de notícias Kazakhstan Today.

Mas ele n?o é conhecido por seu trabalho na agência e sim por ganhar prêmios em concursos de artes marciais no Cazaquist?o, na ásia, e no mundo, como treinador-chefe da equipe nacional de artes marciais.

Kuvatov fez uma mudan?a de carreira em meio à consequência econ?mica da independência do Cazaquist?o da Uni?o Soviética. Inicialmente optou pelo caminho do negócio de notícias. Mas para Kuvatov, a prática de Kung Fu provou ser sua verdadeira paix?o, e decidiu seguir suas habilidades.

Assim, Kuvatov, em seus 40 anos, decidiu come?ar a aprender o chinês a fim de compreender melhor a cultura da China e as raízes do Kung Fu.

"Kung Fu n?o é apenas um tipo de esporte, mas também uma filosofia", disse.

Nos últimos anos Kuvatov testemunhou muitos de seus amigos viajando à China, e viajantes chineses e empresas chinesas chegarem ao Cazaquist?o. Acredita que a Iniciativa do Cintur?o e Rota, da qual o Cazaquist?o é um dos participantes, levará a um aumento das trocas culturais bilaterais, e do intercambio entre pessoas.

Ele também percebeu que existe uma tendência entre os jovens de seu país em aprender Kung Fu. Kuvatov está muito feliz em perceber isso.

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